30 setembro, 2011

PIADAS DE SARAU

   Estava cansado, porém disposto...Foi para o meio do mato, atras dela, e com um salto veloz pegou-a de surpresa. Passou sua mão por suas costas macias e tenras baixando para suas ancas largas. Após esse momento carinhoso, percebeu que não tinha mais tempo e com uma habilidade ímpar abriu-lhe as pernas, e iniciou uma sequência de movimentos repetidos e fortes, sem parar um minuto. Vendo o líquido brando jorrar em  quantidade considerável, parou, exausto, os movimentos. Deixando-a ali, no mato.
 Conclusão: É muito trabalhoso ordenhar leite de vaca


Um senhor foi ao médico, para avaliação de rotina.
Doutor: - Seu José, o senhor come muito doce e fritura?
Seu José: - Sim Doutor.
Doutor: - Isso não é nada bom...Mas o senhor parou de fumar né?
Seu José: - Não Doutor.
Doutor: - Isso não é nada bom...O senho tem uma vida sexual ativa?
Seu José: - Sim Doutor, tenho sim, isso é ruim também?
  Doutor: - Não seu José, isso é muito bom, fazer exercícios físicos nunca é ruim...

    Seu José foi para casa, contou a sua mulher as recomendações medicas e foi se arrumar: tomar banho, se perfumar, colocar roupas novas...em contra partida, a mulher foi fazer o mesmo, alem de preparar um jantar especial.
    Seu José passou por sua mulher, sem ao menos perceber sua dedicação, pegou carteira, chaves do carro, cartão de crédito e foi para a porta...No que sua mulher falou-lhe bem alto "José, pra onde voce vai homem, olha eu aqui, toda perfumada pra você.."
    Então, o senhor olhou para a esposa, depois olhou triste para a porta, depois novamente para a esposa, suspirou e disse: " Ah meu bem, você e seus remédios caseiros".



E Agora?


Amo-te, não sei se é essa a palavra,
mas minha falta de vocabulário
-ou até mesmo a da língua portuguesa- 
só me permite usar este termo.

Amo-te tão intensamente,
Tão loucamente,
Tão platonicamente.
Amo seu cheiro, que poucas vezes senti.
Amo seu beijo, o seu beijo que nunca tive.
Seu jeito, o que posso falar?


Mas amo também a minha falta de coragem,
O impulso que me faltou nas oportunidades que tive quando cheguei até você,
No medo -também não sei se é esta a palavra- , 
enfim, no sentimento que tenho ao pensar que tudo pode ser mentira.


Mas mesmo estando tão encantada,
tenho consciência de minha ilusão,
Dos seus defeitos acentuados,
Da teoria de Platão.


Mesmo assim amo te amar,
Numa época que o amor é tão carnal.

Mas e agora?
Será que consigo me contentar com isso?
Os anos estão passando, eu sei.
E tudo que nasce morre, eu sei.
E é isso que mais me dói:
Ter o nosso roteiro ja escrito em minha cabeça,
Me tira a vontade de começar qualquer espetáculo.

por Aline Candido

18 maio, 2011

O Céu vai ter que esperar

Esse é o título do livrO que estou lendo, mas isso é apenas uma observação.
O fato curioso é o que tenho observado quando começo a le-lô; principalmente em público, particularmente em sala de aula...enfim, vou começar explicando minhas relações sociais em sala de aula, para melhor esclarecimento do assunto.
Sempre quando chego, sento na carteira mais próxima da porta , cumprimento quem me comprimenta, ou quem faz a sutil constatação "Nossa como você chegou atrasada!"... diante disso apenas digo oi. Ás vezes sento com minha colega Edna, mas quando ela falta permaneço na minha carteira, ora mechendo no celular, ora prestando atenção na aula, ora escrevendo alguma coisa no caderno, ou seja, não bato muito papo com os colegas de sala e nem sei o nome de todos eles....
Acontece que hoje a Edna faltou. A professora passou um questionário e ficou corrigindo e, como não concordo com esse método de ensino, não participo. Abri o livro na página 173 e comecei a ler.
O estranho é que ,em uma parte bem interessante da leitura, uma pessoa me chamou pra perguntar que livro que era... ai, educadamente, falei o título, comentei brevemente sobre e retornei a lê-lo. Então, logo depois, ouvi uma vozinha me chamando..."Aline"...3 segundos...."Aline"...olhei e era outra pessoa, um colega de sala me falando oi ( atrapalhou minha leitura pra falar apenas: oi?!!, e ele num falava comigo a semanas!!.) Respondi com um sorriso e continuei a ler....
Bateu o sinal para o intervalo, eu ainda estava lendo quando a professora me chamou pra ir tomar café (ela nunca falou comigo, quanto mais me convidar pra um café!!!!), falei que não, agradeci, e permaneci na sala. 
Sempre fico sozinha quando minha amiga falta e to acostumada com isso, ainda mais porque queria ler o livro e tals...mas durante o intervalo - que pensei que iria ficar sossegada -   umas três pessoas vieram com papo...e outra aluna, que  nem sei o nome, falou: "Como você esta quietinha hoje Aline"! (espera ai, eu sempre "estou quietinha" e agora, quase no final do curso, que ela percebeu!!!!!!!) enfim, quando o sinal bateu, fechei o livro e comecei a prestar atenção na aula, só assim pra voltar ao anonimato.
Será que uma pessoa lendo incomoda tanto ou é falta de sorte minha mesmo....

Mas o livro é muito legal, eu recomendo.